segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Como esse cara muda de nome

Acho que pelo menos uma vez por semana, ao final de um dia com trânsito estressante, eu me presenteio com uma das melhores empadinhas do mundo, as da Empada Brasil. Paro ali no Walmart do Jardim Marajoara, onde tem um quiosque dessas delícias. Logo,  o simpático amigo Gilson já me serve direto as opções preferidas: Mexicana e Calabresa. Hoje, enquanto saboreava a segunda empadinha, um homem se aproxima empurrando um carrinho com uma linda menininha de não mais de 2 anos. Ela já chega cumprimentando o meu amigo, dizendo que quer uma empadinha de chocolate.  Gilmar, Gilmar, eu quero uma empadinha! Gilmar? Mas não é Gilson? O pai de princesinha agradece o Gilmar, que deu de graça a empadinha preferida da menina. Mas seu nome não é Gilson!? perguntei.  "Não, Gilberto, eu já falei algumas vezes que é Gilmar, mas você insiste em me chamar de Gilson, que eu já não me importo mais. Tudo bem!" Caramba, que mundo adulto complicado esse, hein. Ainda bem que a menininha linda me passou a informação certa! Coitado do Gilson! Quero dizer, do Gilmar!

sábado, 23 de setembro de 2017

Tão feia que merece uma batida

DEPOIS QUE PASSEI A OBSERVAR a traseira de um determinado carro, que na minha singela opinião é a mais feia de toda a indústria automotiva, esse carro passou a circular na minha frente todo dia. Há meses, sem falhar um único dia, ele anda e pára literalmente à minha frente, exibindo aquele design horrível, desajeitado e desatualizado. Meu filho até brinca e diz: "Olha ele aí de novo, pai!". Por ter amigos em assessorias de imprensa de quase todas as marcas, prefiro evitar expor o modelo. Até porque, como já disse, é apenas a minha opinião. Mas que é feio, isso sim a traseira desse carro é. A impressão é de que é o carro mais vendido de todos. Mas está longe disso. É tão feia, mas tão feia, que merece uma bela batida!

sábado, 22 de julho de 2017

Quando temos toda a energia que precisamos

Jamais podemos perder o contato com a nossa fonte de energia. Senão, ela acaba. A principal fonte de energia vem do alto, do Criador, aquele que conhece nossos pontos fortes e fracos. Encontramos a segunda principal fonte de energia dentro de nosso feliz círculo da criação, a família, aquela que nos formou e depois aquela que nós mesmos formamos. Nossa experiência como criador. E a terceira principal fonte de força vem daquele círculo especial formado pela presença marcante e atuante dos grandes amigos. Precisa de mais energia? Quando temos tudo isso, somos mais fortes!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

De volta à era da criação

Posto, alguém curte, logo existo. Para muita gente de todas as idades,  essa rotina se transformou no registro de nascimento e também no termômetro da vida. A existência passou a ser medida e confirmada a cada  clique. Se eu não postar alguma coisa hoje, eu não estou bem. Se não receber uma curtição no post,  estou pior ainda. Não é uma onda que passa cheia de excitação. É a grande era digital, que revolucionou e apagou de vez o jeito de viver e de trabalhar do passado. Mas como tudo nesse tempo atual é muito curto, já estamos vivendo numa nova era. Novamente, a Era da Criação. Somos todos criadores de mundos e fundos. Sofremos a era industrial, das máquinas que pouparam a força de nossos braços e pernas. Ganhamos a era da Informação e do Conhecimento, com o desenvolvimento tecnológico pipocando no mundo todo.  Então, com o acumulo da experiência humana de todas as eras anteriores, veio a globalização. O mundo ficou pequeno demais e virou o quintal de todas as sociedades distantes. O que antes eu comprava ali na esquina, eu passei a comprar em qualquer outro canto do planeta. Mudanças e variedades. Na atual era digital, absolutamente tudo passou a ficar ao alcance dos dedos. Tudo e todos. Não precisamos gritar para alguém nos ouvir. Basta digitar. Ou gravar quietamente uma mensagem. Multidões caminham silenciosas, trocando mensagens ruidosas na palma da mão. Estamos olhando cada vez mais para baixo. E muito menos para frente e menos ainda para cima, para Deus. E finalmente nessa moderna era da Criação humana, todo mundo ganhou recursos para criar o seu próprio mundo global. Eu posso escolher quem faz parte dele ou não. Tenho o poder de excluir dali a presença que não quero. Com um clique. Eu posso hoje criar e recriar o meu presente. Digito e posso construir o meu futuro. Logo, vou até poder reconstruir o meu passado para todo mundo ver e ter uma nova impressão de mim, um novo registro de nascimento. Se alguém curtir, logo existo. Se ninguém vir, eu já morri. 



quarta-feira, 12 de julho de 2017

De volta à faculdade

Três amigos decidiram, duas décadas depois, voltar à Faculdade onde começou a história de uma longa amizade e de carreiras de sucesso no jornalismo. Muitas coisas já não estavam mais ali e outras foram mudadas. Mas voltamos à nossa sala de aula onde por quatro anos estudamos jornalismo e amadurecemos os nossos sonhos. Mal sabíamos que no futuro iríamos nos reencontrar e ajudar a fazer a comunicação no mundo automobilístico. Gravamos um vídeo sobre esse reencontro dentro de nossas classes e ele está dividido em duas partes.  Na primeira, exatamente onde costumava se sentar, Paulo Campo Grande, Editor de Testes da Quatro Rodas, fala sobre os primeiros passos na carreira. O segundo vídeo será postado na próxima segunda-feira, 17 de julho, onde eu e a Elisa Sarti, que construiu uma carreira brilhante na área de Comunicação da Fiat, lembramos das discussões de nosso grupo de trabalho e falamos sobre a nossa carreira corporativa.


quinta-feira, 6 de julho de 2017

O Brasil insiste em dar certo

Apesar da instabilidade política do País, a economia está rodando. As pessoas parecem anestesiadas com essa situação. E querem produzir. Essa é a afirmação do presidente da Anfavea, Antônio Megale, durante coletiva de imprensa hoje, onde foram apresentados os resultados da indústria automobilística do mês de junho. Na comparação com junho do ano passado, as vendas de autoveículos novos aumentaram 13,5% para 195 mil unidades. No primeiro semestre, o resultado é positivo em 3,7%, com 1.019 milhão de unidades. A gente estava precisando ver logo números positivos para ajudar a trazer de volta a confiança dos brasileiros. As vendas de máquinas agrícolas foram muito bem nos seis primeiros meses do ano, crescendo 21,8% para 21,3 mil unidades . Resultado de mais uma safra recorde. Graças a Deus o campo está produzindo, indiferente ao impacto de tanta corrupção na pátria amada. As exportações de veículos estão batendo recorde. Esse foi o melhor mês de junho desde 2005, com 66 mil unidades, o que representou mais de 40% acima de junho de 2016.  Ufa também.  Também foi o melhor resultado do acumulado na história das vendas ao mercado externo, com aumento de 57,2% para  372,6 mil unidades. Nesse mesmo período, as exportações de máquinas agrícolas aumentaram 28,5%. A produção de autoveículos, apesar de tudo isso, registrou em junho uma queda de 15,4%, contra maio. Mas subiu 15,1% em relação a junho de 2016. O acumulado foi bem mais positivo, atingindo 23,3%, com 1.263 milhão de unidades. A produção de máquinas agrícolas está bombando, tendo crescido mais de 41% no acumulado do ano. Se o ritmo positivo se mantiver em julho, a Anfavea poderá até elevar a sua previsão do resultado do ano. Apesar de tudo, o Brasil insiste em dar certo!

sábado, 1 de julho de 2017

A comunicação corporativa mais ativa e transparente

Já se foram os dias em que o chefe maior ficava trancado em sua sala de trabalho e não saia dali para ouvir e falar com o seu público. A área de Comunicação da empresa não deve, mesmo em períodos de crise, perder o foco em seu negócio. Para superar um momento crítico, a empresa deve assumir a responsabilidade e agir com transparência. Mídia social é discussão. Vale o CEO entrar nessa onda para falar com o público? Jeffrey Sharlach, CEO de um dos maiores grupos americanos de Comunicação, Jeffrey Group, comenta esses assuntos em entrevista exclusiva que fiz com o executivo durante o 20o Congresso de Comunicação Corporativa da Mega Brasil, realizado em maio passado.  

Veja o vídeo da entrevista com o executivo:  https://www.youtube.com/playlist?list=PLbGlbsztBkVKkb_2325XnuI-JoQN9cdB4


sábado, 10 de junho de 2017

São Paulo Oktoberfest: uma grande missão com a cultura alemã

Acho que um dos maiores patrimônios que a gente pode acumular na Terra são os grandes e verdadeiros amigos. Quem tem, sabe o valor disso. Quem não tem, não sabe o que está perdendo. Eu estou muito feliz e orgulhoso pelo enorme carinho de amigos de todo Brasil e do Exterior que me enviaram felicitações em função do meu novo desafio como gerente de comunicação do W Group para colaborar nos trabalhos relacionados à primeira edição da maior festa alemã na cidade: a Oktoberfest. Um encontro para toda a família, com atrações, danças, comidas e bebidas típicas que reforçam nossa histórica integração cultural com a Alemanha. Ela acontecerá de 29 de setembro a 08 de outubro de 2017 na Arena Anhembi.


terça-feira, 6 de junho de 2017

As reformas são necessárias para a retomada da confiança no Brasil

Temos visto no País a inflação sob controle, os juros caindo, a estabilidade do PIB. Mas as reformas são necessárias para retomarmos a confiança no Brasil. A declaração é de Antonio Megale, presidente da Anfavea, ao apresentar hoje o balanço do setor automotivo em maio. O desempenho das vendas de autoveículos no mês passado, de 195,6 mil,  foi 24,6% superior ao volume de abril. As exportações de veículos continuam elevadas, cresceram 21% para 73,4 mil. A produção de 237,1 mil unidades superou 25% no período. As vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias no mercado interno, de 4,1 mil unidades, aumentaram 17,6% em maio. Lá fora foi mais que o dobro desse resultado: 39,3%. O mercado de caminhões, termômetro da economia brasileira, apesar do crescimento de 18,3% das vendas domésticas em maio, acumula no ano uma queda de 19,4%  sobre as vendas no mesmo período do ano passado. "A situação ainda é dramática no segmento de caminhões", afirmou Luiz Carlos Moraes, diretor da Anfavea e da Mercedes-Benz. "As reformas são fundamentais para novos investimentos no setor de caminhões e ônibus. Defendemos também investimentos em infraestrutura. Esperamos que Brasília perceba isso o mais rápido possível", disse Luiz.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Ética não vai barrar o avanço da Inteligência Artificial

Um dos temas mais discutidos durante o 20º Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas, organizado pela Mega Brasil Comunicação, de 23 a 25 de maio, que tive a oportunidade de acompanhar, foi o impacto dos padrões éticos da sociedade no avanço da chamada Inteligência Artificial, uma expressão que ganhou notoriedade a partir de 1980 e vem acompanhando o acelerado ritmo da tecnologia durante esse período. A própria adequação do termo que melhor se refere à inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software foi questionada pelos pensadores convidados ao debate. Para o cientista-chefe da IBM Brasil, membro da Academia de Ciências de Nova York, Fábio Gandour, o que se aplica ao caso é cognição automática. Afinal, diferentemente do cérebro humano, o dado ordenado e útil capturado pela máquina não gera uma inteligência própria para ela. 

Avanço irreversível da robótica inteligente

Seja qual for a melhor expressão, o consenso é que o avanço da robótica inteligente é irreversível e a ética não se transformará em um limite para ele. “Os objetos e os ambientes transformados em seres comunicantes estão batendo à nossa porta”, afirma Lúcia Santaella, professora titular da pós-graduação em Comunicação e Semiótica e na pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, na PUC, em São Paulo. Esses seres vêm sob o nome de internet das coisas, realidade aumentada e outras tecnologias. “Quando entrarem porta adentro, deveremos estar preparados para conceber, sentir e nos relacionarmos com eles de modo inteiramente distinto da maneira como sempre foram tratados”.

 “Não temos nenhum recurso para segurar o avanço da cognição automática”, acredita o filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé.  “Nenhum conflito ético poderá impedir o uso de um avanço tecnológico que traga um resultado mais eficaz, que nos ajude por exemplo a chegar mais cedo a um destino ou mesmo a adiar o nosso último efeito letal (a morte)”, vaticinou. Para Pondé, com o avanço da ciência, não saberemos mais o que é certo ou errado. No contexto, o filósofo direcionou a seguinte pergunta para a plateia: “Se um chip garantisse que você tivesse um filho perfeito, saudável e inteligente, você manipularia geneticamente esse recurso ou não?” Boa parte das pessoas preferiu refletir mais sobre o assunto. Pondé acredita que haverá sim normas para estabelecer limites, mas eles deverão cair com o tempo. “Qualquer freio ético para a evolução será ineficaz”.

domingo, 4 de junho de 2017

A prioridade do Tadeu

Em uma linguagem mais acessível, priorizar é colocar na primeira fila o que não pode de maneira alguma ficar para trás. Salvo algumas convenções sociais necessárias, cada um tem a formação que quiser de sua primeira fila. Até chegar o Tadeu e conquistar nela o seu lugarzinho de destaque. Na última sexta-feira pela manhã, ainda dentro do ônibus escolar, meu filho William me liga e diz - Papai, esqueci o meu boneco em cima da mesa. Hoje é o dia de minha apresentação em espanhol. Preciso dele. Traz pra mim o Tadeu. Não esquece! Tchau! Sem demorar muito, fui à minha primeira fila do dia e coloquei nela o Tadeu. Rumo à escola nós fomos. William e Tadeu se encontraram em tempo. Ambos contaram para a classe a história ensaiada em espanhol, e ganharam nota 8,5. Muy bién!!! Muitas vezes, a prioridade que estabelecemos no dia, considerando a primeira fila dos outros, especialmente a de quem mais amamos, pode resultar em uma nota bem alta na nossa vida. Uma nota sem preço, diante daquilo que mais amamos!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

A reputação das empresas está sendo impactada e transformada diariamente

A Conferência Internacional de abertura do primeiro dia do Congresso Mega Brasil de Comunicação Inovação e Estratégias Corporativas, de 23 a 25 de maio, em São Paulo, trouxe o convidado Jeffrey Sharlach, founder e chairman do JeffreyGroup, para discorrer sobre A necessidade de uma abordagem inovadora para as comunicações corporativas.  

Mais de 20 anos se passaram desde a sua primeira visita ao Brasil, em 1993, quando ele começou a admirar o país e os brasileiros pela sua alegria e motivação.  Nesse período, o executivo viu grandes empresas passarem a investir milhões de dólares na divulgação de seus produtos e serviços, contratando profissionais de comunicação especializados para esse trabalho.

Hoje, esses profissionais não estão mais isolados em um escritório, sozinhos com essa missão. "Todo funcionário passou a ser um divulgador de informações que impactam a reputação da empresa por meio de suas mídias sociais. O próprio consumidor, antes usuário da informação, também passou a ser fornecedor de notícias”, lembrou Sharlach.  “Há um monitoramento necessário para toda essa comunicação”, complementou. 

Para ele, “a maneira como fazemos negócios têm mudado drasticamente e a comunicação corporativa se tornou ainda mais essencial para o sucesso dos negócios da empresa".   Nesse cenário desafiador, Sharlach defendeu que as empresas se comuniquem 24 horas por dia durante 365 dias por ano, "algo bem diferente", lembra ele, "de quando os profissionais de comunicação iam pra casa quando o relógio marcava 17h".  “Afinal, atualmente, a reputação da empresa está sendo impactada e transformada diariamente”, disse. 

O tempo de o profissional de comunicação ficar apenas no escritório distribuindo press releases para a mídia passou. A dinâmica atual envolve que ele saia pra fora e busque novas oportunidades de comunicação com o público da empresa. Para o executivo, já bastante familiarizado com o mercado brasileiro, o Brasil e a região já passaram por muitas crises. "Mas a crise vem e a crise vai. O importante é que os profissionais de comunicação tenham foco no core business da companhia, porque as pessoas precisam compreender que há um mundo e uma vida para ser tocada por detrás das manchetes", finalizou. 

Influenciadores digitais: o tempo do achismo já foi

Há ainda muita discussão sobre a melhor forma de envolver o influenciador digital na divulgação das marcas, seja em lançamentos de produtos, exposições, apresentações ou qualquer tipo de evento que sirva para a comunicação com os públicos desejados. Uma coisa, porém, é certa. A comunicação não pode ficar sem a presença desse relativamente novo personagem estratégico no mundo corporativo. 

Há ainda muita discussão sobre a melhor forma de envolver o influenciador digital na divulgação das marcas, seja em lançamentos de produtos, exposições, apresentações ou qualquer tipo de evento que sirva para a comunicação com os públicos desejados. Uma coisa, porém, é certa. A comunicação não pode ficar sem a presença desse relativamente novo personagem estratégico no mundo corporativo. 

O tema foi amplamente debatido durante o 20o Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas, que a Mega Brasil Comunicação realizou no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, de 23 a 25 de maio. 

Os múltiplos papéis do influenciador "O Influenciador reúne vários papéis, como criador de conteúdo, editor, produtor de imagens, agência, por exemplo, e sabe lidar bem com a sua comunidade. As empresas precisam entender a complexidade desse cara, para saber a melhor forma de trabalhar com ele", afirmou Bia Granja, fundadora do YouPix

Granja entende que existe ainda  muito preconceito contra o influenciador por ele, ou ela, ter normalmente o perfil de jovem sem experiência. Mas essa cultura do influenciador, de acordo com ela, está crescendo e amadurecendo junto com eles. “Temos que ajudar as empresas a direcionar melhor seus investimentos nessa área”, complementou. 

Para Patrícia Hargreaves, representante da H2M Comunicação, o papel de um influenciador não é tão recente assim. "O primeiro registro de que temos de influenciador é Jesus Cristo, que teve a Bíblia como mídia e também os seus seguidores, e continua influenciando o mundo até hoje". Para ela, o que mudou foram "as janelas" para a pessoas se apresentarem. "Hoje a pessoa pode fazer sozinha o seu sucesso, sem intermediários"

Maior identidade e afinidade com o influenciador 
"O tempo do achismo já foi", segundo Andrea Farias, diretora de atendimento da Ideal H+K Strategies. De acordo com ela, “é fundamental hoje mapear bem quem tem engajamento e é influenciador de verdade”Farias reforçou a necessidade do profissional de comunicação identificar também se o influenciador tem identidade com a marca. "Não pode ser apenas uma relação comercial. Deve-se construir uma longa relação de afinidade com o influenciador, porque às vezes ele também é influenciado diariamente por várias outras marcas".  

Quanto à estratégia das empresas de reunir também celebridades em suas ações para atrair seus seguidores, Bia Granja, da YouPix, observou que devemos levar em conta que "nem todo influenciador é uma celebridade, da mesma forma que nem toda celebridade é um influenciador". Essa diferença deve ser considerada na hora do planejamento estratégico da comunicação da empresa. 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Não temos um Abraham Lincoln

Sem grandes e verdadeiros lideres, qualquer país se acaba com a corrupção. O Brasil está sofrendo essa crise, apesar de um povo valente e trabalhador. O exemplo de um grande homem público dura para sempre. O coronel Robert Allen declarou publicamente em 21 de junho de 1836 que possuía fatos que poderiam destruir as perspectivas de eleição de Abraham Lincoln. Mas Allen disse que faria o favor de não divulgar esses fatos em consideração a ele. Mas o próprio Lincoln, maior do que o seu momento, respondeu simplesmente assim ao coronel: "Seu favor para mim seria nesse caso uma injustiça com o público. Portanto, peço desculpas por declinar dele...pois aquele que souber de alguma coisa e esconder, é um traidor do interesse de seu país". É por esse caráter pessoal e público que Abraham Lincoln é um dos presidentes mais amados e respeitados da história americana. Hoje, falta um representante do povo assim em todos os lugares. Pobre Brasil!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Ainda estamos na Terra

Hoje, com tantas ondas de informação sobre um monte de coisas, como anda a cabeça do consumidor? Diante da transformação de tudo na sua vida, ele sabe de verdade o que busca? Talvez mais daquilo que menos tem. E menos daquilo que tem mais. Complicado? Sim, humanamente falando!  Sob muita pressão, ele normalmente quer mais sossego. Diante de muita correria, prefere andar mais devagar. Se todos vão devagar demais, ele quer correr. Se todos correm, ele caminha ou pára. Quando falam demais, ele escolhe ficar em silêncio. Quando ninguém fala nada, quer até gritar. Se riem demais, fica sem graça. Se ninguém tá de bom humor, resolve contar piadas. Se tem muita gente feliz, vai chorar. Se tem muita gente chorando, vai sair por ai comemorando qualquer coisa. Desse jeito, como as empresas vão atingir em cheio o gosto do consumidor que também está se transformando? Estamos consumimos tudo de bom e tudo de ruim. Afinal, ainda estamos na Terra!

terça-feira, 9 de maio de 2017

O discurso que convencia não convence mais

Era uma das muitas assembleias em portas de fábricas que eu assistia atentamente no final da década de 90. Como jornalista e metalúrgico, admirava a capacidade de discurso e de convencimento dos lideres sindicais que reuniam milhares de pessoas em frente das montadoras do ABC. Em cima do caminhão, um inflamado sindicalista gritava assim: "Você trabalhador, vai ter coragem de chegar em casa hoje e dizer para o seu filho: "Querido, papai hoje não levantou a mão para lutar por melhor salário e uma melhor condição de vida pra você" ? Os argumentos convenciam a todos. Era o Partido dos Trabalhadores.

Mas o tempo passou e o partido foi para o Poder.. As empresas já tinham planejado fazer muitos investimentos no País. Já não se fazia mais assembleias como antigamente. As vacas estavam gordas, com muito leite e muita carne. Foi uma verdadeira festa para o partido. O brasileiro não sabia que, como cantava Chico, "dormia a Pátria Mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações". As vacas públicas já começam ali mesmo a minguar.

Hoje, talvez aquele sindicalista sobre o caminhão poderia perguntar assim: "Trabalhador, você vai ter coragem de chegar em casa hoje e dizer para o seu filho: "Querido, papai vai continuar apoiando o nosso partido".  O que, filho? A corrupção? A Petrobrás? A economia destruída? O desemprego de mais de 13 milhões de trabalhadores?  O caos na Previdência Privada. Nossos líderes presos? O seu sonho de um Brasil melhor? Ora filho, você tá vendo muita coisa feia na mídia, hein. O Brasil tá muito bem. Nossos líderes são homens como a gente!

Os filhos de TODOS os brasileiros merecem melhor sorte da próxima vez. Não podemos mais levantar a nossa mão em favor daqueles que enfiaram a mão em nossos bolsos enquanto estávamos com as mãos levantadas em seu favor. O discurso inflamado continua existindo. Mas não convence mais. Vamos ser mais sérios a partir de agora! Por amor àquele menino que depende de nós! Ao final, aquele partido não é mais dos trabalhadores, é apenas do próprio partido e de todos que deixaram a vaca magra.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

O lucro da felicidade

"A felicidade dá lucro" de acordo com o presidente da Cielo, Eduardo Gouveia, em palestra para um auditório lotado, com aproximadamente 1.700 pessoas, durante o maior evento mundial do setor supermercadista - APAS - na semana passada no Expo Center, em São Paulo. Sob o tema As Vantagens do Empoderamento da Equipe, Gouveia falou de dois tipos de colaboradores para atender um mercado em completa transformação. Aquele que aprendeu a trabalhar sob a ética do dever e aquele que está  hoje sob a ética do prazer em trabalhar. O que tem mais felicidade em trabalhar gera mais lucro para a empresa. De acordo com o presidente da Cielo, as empresas precisam dar mais empoderamento para a equipe se expressar mais, ter mais autonomia e aprender com os erros, desenvolvendo um ambiente permanentemente colaborativo. Uma das medidas que ajuda a criar maior felicidade no ambiente de trabalho é engajar mais a família do colaborador dentro do próprio negócio. "O mundo mudou e temos que transformar a nossa experiência com os clientes". A transformação, de acordo com ele, começa com a confiança e o respeito com os colaboradores da empresa.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Os primeiros sinais de recuperação do Brasil

Há muito tempo o País está de cama. Quase em coma. Mas parece que finalmente "os primeiros sinais de recuperação começam a aparecer". Esse é o prognóstico do presidente da Anfavea, Antonio Megale, durante a apresentação hoje dos resultados do mês de abril da indústria automobilística . Embora a produção de veículos tenha caído 18,8% em relação a março, ela cresceu 11,4% em relação a abril do ano passado. A produção acumulada do quadrimestre é 20,8% superior a do mesmo período de 2016. As vendas internas do período ainda estão num patamar negativo: -2,4%. O excelente desempenho das exportações (64,2%) e do mercado interno de máquinas agrícolas  e rodoviárias (+14,3%) tem puxado o comboio da indústria nos primeiros quatro meses do ano. Os estoques,de 41 dias estão preparados, segundo a Anfavea, para a recuperação dos próximos meses. Até investimentos novos e bem expressivos, da Scania, por exemplo, começam a pintar um quadro de maior confiança no mercado brasileiro. O desempenho positivo deve-se consolidar no segundo semestre. Ainda vamos superar essa crise.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Quando não se vê, se ouve mais?

Quando a maior parte de um povo já não consegue mais ver, por causa da incurável miopia filosófica, seus líderes podem continuar colocando suas mãos espertas dentro de seu bolso e levar embora todos os seus valores. À vontade. A já pobre população que só consegue escutar, vai se encantar depois com os discursos inflamados desses líderes em favor da justiça e do trabalho. Aplausos e votos. E a corrupção e a roubalheira podem continuar. Feliz Dia do Trabalho. O brasileiro, afinal,  é muito trabalhador. Mas vamos continuar celebrando os dias de corrupção e crise em 2018? Ninguém merece! Ou merece?

sexta-feira, 28 de abril de 2017

São Paulo não pode parar, nem o Brasil, nem o brasileiro

O brasileiro se acostumou a ver seus políticos se empenharem com muita determinação em campanhas para novos cargos tão logo se aproxima o momento das eleições. Aí começam as grandes e caras ondas de promessas de interesse da população. Surge a propaganda eleitoral em que vale tudo, até verbas das mais variadas fontes. Alardeiam as boas intensões do dia e deixam o futuro confirmar ou não a sua realização. Lá, uma desculpa ou mentira poderá justificar o não cumprimento da promessa diante de uma população manobrada que acreditou e bateu palmas por suas boas intenções. Mas a cidade de São Paulo está vendo um outro cenário. Há quatro meses um gestor que não é político tradicional está, nesse início de mandato como prefeito, comunicando com frequência a todos, nas mídias sociais gratuitas, sobre a realização ou monitoramento de projetos assumidos. Essa  mudança de comportamento na gestão da administração pública, mais competente e comprometida com o povo, está deixando muita gente ainda mais vermelha de raiva. Pois nunca tiveram em sua lista de valores líderes que fizeram mais do que fazer campanha política, com muita difamação. Eles se especializaram, historicamente, a vender sonhos, pegando na mão da chamada "companheirada" e conduzindo todos sorrindo para a maior corrupção e crise econômica e moral da história do Brasil. As coisas começaram a mudar aqui, com mais trabalho e seriedade na gestão pública. São Paulo não pode parar. Nem o Brasil. Nem o brasileiro.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Um homem que já deu mais de 400 voltas ao redor do mundo

EU REENCONTREI EM SÃO PAULO MARTIN BERNSMÜLLER, um experiente comissário da Varig e atualmente guia internacional de viagens, muito querido pelos jornalistas automobilísticos de todo o Brasil. Aproveitamos para gravar um bate-papo sobre a sua ampla experiência como cidadão do mundo. Ele já deu 405 voltas ao redor do Planeta e pisou em 141 países, de um total de 203. Sua marca registrada é o bom humor e a inteligência para lidar com as situações mais difíceis. Aprendeu a falar 6 línguas fluentemente e agora pratica também o mandarim em suas viagens à China. Martin sobreviveu a alguns acidentes aéreos. Ele não pode, por intervenção de sua esposa junto ao seu chefe, embarcar no trágico voo RG 820 do Rio de Janeiro a Paris, que cairia em Orly no dia 11 de julho de 1973.  

quarta-feira, 12 de abril de 2017

POBRE BRASIL, O PAÍS DA PROPINA

Quase destruído pela propina, que infelizmente faz parte da história das mãos sujas do homem. A propina não nasceu no Brasil, mas está enraizada em nossa cultura desde a colonização. Aqui ela se institucionalizou nos últimos anos. Mãos sujas, bocas mentirosas. Sempre assim. A propina é como um tumor pequeno que vai crescendo e se espalhando pelo organismo. Vai destruindo a consciência, o caráter, o bom senso, a honra e por fim a memória. Ao final, corruptos e corrompidos dizem que não se lembram de mais nada. Que são inocentes e sempre agiram dentro da lei. Ora, até que possam ganhar algo em troca da boa lembrança. A memória se Lava a Jato no Brasil. Se gritar pega ladrão...

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Nós brasileiros merecemos mais respeito do atendente público

Ao
Ouvidor-Geral do Ministério da Fazenda 
Prezado Sr. Carlos Augusto Moreira Araujo,

Foi com muita satisfação que observei na descrição de sua ampla experiência um sério compromisso com a atenção aos cidadãos e ao aprimoramento dos serviços prestados por esse órgão, cuja visão transparente é "ser agente de plena satisfação no atendimento ao cidadão-usuário dos serviços prestados pelo Ministério da Fazenda".

É portanto, dentro desse contexto, e como uma voz dos brasileiros, em especial dos cidadãos paulistanos, que buscam um atendimento adequado junto ao INSS, que venho trazer ao seu conhecimento um mal exemplo de atendimento que não colabora com a missão estabelecida por essa entidade. E que merece assim a atenção desse órgão.

 Hoje, 05/04/17, ao aguardar na fila de uma agência do INSS em Santo Amaro, eu observava, com muita indignação o inadmissível e humilhante atendimento de um funcionário dessa unidade a cada cidadão e cidadã que  buscava informações antes de mim. Notava o seu desequilibrio emocional, questionando, inclusive com gestos ao ouvido, a capacidade auditiva das pessoas que procuravam esclarecimentos com ele.

Com a pessoa ainda à sua frente, e com dúvidas,  ele já dizia rapidamente: "Próximo!". Vi uma distinta senhora sair chorando do atendimento, reclamando do tratamento inadequado desse atendente. Como brasileiro em busca de um País melhor para os meus filhos, e como jornalista, eu não poderia ficar em silêncio diante dessa situação.

O nome do técnico, que não tem capacidade alguma para atender com respeito ao público, é Cláudio José Impelizieri. Sugiro que verifiquem se não há mais reclamações desse tipo de comportamento do funcionário e que, se for esse o caso, que providências sejam tomadas em benefício da imagem desse órgão junto ao público. Não bastasse a crise do País, torna-se demais o desrespeito de um funcionário do povo.

Quando vi a enfermeira Marcília Rodrigues de Menezes, logo à minha frente, também sair indignada com o mal jeito e a impaciência desse funcionário, achei que era o momento de fazer a reclamação pública diante dele e também de registrá-la junto ao seu gerente, o Sr. Reginaldo, que muito educadamente atendeu a Sra. Marcilia.

 Fico pensando se esse funcionário trataria assim a sua própria mãe. Espero que não. Mas fui testemunha de mães que sairam daquele atendimento bastante humilhadas. Um cidadão viu de perto o dedo em riste do funcionário, que talvez nem notasse esse comportamento agressivo. Talvez câmeras locais possam testemunhar essa triste situação naquela unidade do INSS que, oxalá, não esteja também acontecendo em outros lugares do Brasil.

 Por isso, venho direto ao responsável maior por esse órgão, pois os brasileiros não podem mais aceitar esse tipo de atendimento. E o senhor tem o poder para melhorar a nossa situação. Contamos, portanto, com a sua intervenção nesse tipo de comportamento de alguns funcionários públicos que tratam com derespeito a população.  Desde já, os cidadãos brasileiros agradecem as suas providências.

segunda-feira, 20 de março de 2017

A sua atenção é tudo!

Há pouco tempo as pessoas não lhe dariam atenção alguma se estivessem ocupadas na leitura de um jornal ou de um livro. Puxar papo nessa situação com elas seria até falta de educação, afinal, estar investindo tempo para ficar mais bem informado é uma iniciativa que sem dúvida merece respeito. A atenção foi definitivamente embora com o uso ilimitado do celular. Ninguém consegue deixar a secretária eletrônica, que não existe mais, atender atenciosamente as chamadas. Parece que todos trabalham no Corpo de Bombeiros, aguardando a próxima chamada de emergência. - Alô! Não posso atender agora, te ligo assim que puder! Se é para falar isso, por que não deixar a mensagem eletrônica dar esse recado?

É certo que a sociedade nunca travou antes uma batalha não incansável para conquistar, ou roubar, a atenção das pessoas de todas as idades. Todos correm contra o tempo tentando dar atenção a tudo e a todos. Menos para as pessoas que estão à sua frente ou ao seu lado. A boa conversa ao vivo, com olhos nos olhos, está entrando definitivamente para a saudosa história do romantismo. Quem viveu, conversou e viu pessoalmente, literalmente. Acho que vivemos na era do desvio sistemático da atenção. Ele acontece diariamente durante as conversas, durante as aulas, durante as reuniões de trabalho, as conferências, durante as refeições ou até mesmo nos momentos de reflexão, entre tantos outros. Até durante o sono! Basta deixar o celular ligado. Quem ainda tem o poder de se conectar e também de desconectar quando necessário é um verdadeiro profissional da atenção. É um ser, eu diria, humano! Um tipo em extinção, que merece todo o respeito e...atenção! Afinal, ele está reservando um tempo precioso para você. Você não deveria tentar fazer o mesmo? Deixe um pouco esse jornal, digo, esse celular de lado, meu! E vamos conversar sobre o que interessa.

A riqueza do homem do campo

Eu sempre admirei a simplicidade do homem do campo cuidando das galinhas e dos frangos no quintal, apanhando as frutas diretamente nas árvores. Às vezes, ao ver de perto a sua labuta, sentia certa pena de suas mãos sofridas e sinais claros do tempo na face. Na hora do almoço, ele ia para o quintal escolher qual galinha caipira serviria para a família ou para o visitante. O gosto do franco caipira era bom demais. Eu comparava aquela vida simples com as vantagens de se viver na cidade grande, onde encontrava tudo o que queria no supermercado ou no açougue. Mas logo aprendi onde estão as verdadeiras alegrias. Hoje, eu tenho dó do homem que vive nos grandes centros urbanos, longe de onde as galinhas ciscam e o gado pasta todo dia. Aqui não tem galinha caipira, não tem verduras sem fertilizantes nem frutas frescas colhidas na hora. Tem sim carne vencida e contaminada para a família. Pobre homem da cidade grande. Hoje, ficou a impressão, certamente errada, de que toda carne comercializada está nessa condição. Certamente, não é assim. Cerca de 80% dela é consumida no Brasil. Mas os grandes mercados brasileiros para a nossa carne, como a China e o Japão, por exemplo,  fecharam a porteira para os nossos gados. Que inveja da simplicidade e da riqueza do homem do campo.

Por que não um Poupatempo da Saúde Pública?

Você já precisou passar pelo Poupatempo? Todas as vezes que precisei, eu entrei, resolvi as coisas e  sai muito satisfeito com a organização, atenção e eficiência do sistema. Sem dúvida, merece a denominação. Você não perde tempo ali. Você já "teve a chance" de sofrer o atendimento de um posto de saúde ou mesmo de um hospital publico? Das vezes que experimentei, eu entrei, fiquei e  fiquei, e cheguei a pensar que muitos pacientes, ou impacientes, não sairiam vivos dali. Por que não podemos contar no atendimento da saúde publica com um conceito semelhante ao de um sistema que funciona tão adequadamente como o Poupatempo?

Por que não podemos poupar o tempo e o sofrimento de tantas pessoas doentes, sejam idosas, crianças ou simplesmente trabalhadores que precisam da saúde para cumprir suas obrigações. Vi hoje por exemplo uma vovó de 74 anos que,  segundo sua neta, havia chegado ao Hospital Pedreira, em Interlagos, há mais de 6 horas, às 23h00, com dores, mal-estar, cansada da vida e da falta de saúde pública, simplesmente estirada numa simples cadeira com sua cabeça de cabelos brancos inclinada para trás, dormindo, sem qualquer atendimento prioritário. Foi necessário que sua neta chamasse a atenção dos funcionários e médicos para um "pronto" atendimento, que só ocorreu às 07h30 da manhã, com a mudança de turno dos médicos. Sua idade e sua condição não mereceram a prioridade no hospital.

No Pronto Socorro do Brasil hoje não existem nem "pronto" nem "socorro". E não dá para culpar os médicos e os enfermeiros que, sem a estrutura e a mão-de-obra adequada, vão perdendo dia a dia a sensibilidade e a paciência com o drama da população. Eles só precisam lembrar que seus pacientes, impacientes, são apenas vítimas e não a causa de seus transtornos profissionais. Vítimas sim de anos e anos de corrupção no País, que desviou milhões e milhões de verbas da saúde pública para bolsos privados e para cofres de partidos políticos que sempre prometeram e ainda prometem defender a população. Poupem os brasileiros de tantas mentiras, embora muitos lamentavelmente parecem se simpatizar com elas.

Precisamos de um Poupatempo na Saúde Publica para poupar mais do que o tempo dos brasileiros. É necessário e urgente poupar a sua dignidade e principalmente suas próprias vidas. Do contrário, seremos um país cada vez mais moribundo que só tem força para pular carnaval e assistir futebol. Acredito que o prefeito de São Paulo, João Doria, em seu sério compromisso de recuperar a cidade e as melhores condições de vida da população paulista, tem a grande chance de passar um ótimo exemplo de eficiência administrativa para o restante do Brasil de como poupar tempo, a esperança e a vida da da brava gente brasileira.  

terça-feira, 14 de março de 2017

Um grande País com uma enorme interrogação

O brasileiro está cheio de interrogação sobre o melhor caminho para o seu trabalho, sua carreira e seus negócios. Enfim, sobre o seu futuro. Imagine então como anda a cabeça dos executivos estrangeiros na condução de empresas multinacionais tentando posicionar suas marcas num mercado em que nos últimos anos faltam placas de sinalização do caminho a ser seguido pelo Brasil para superar a maior crise de sua história. Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, durante o Seminário "Os Novos Desafios da Indústria Automotiva Brasileira, muito bem organizado pela Autodata, apontou para os riscos dessa falta de sinalização na grande estrada brasileira. "A falta de previsibilidade afeta os planos de qualquer empresa no País". Schiemer mostra que a placa da saída aponta para o Futuro. Mas o futuro começa esse ano. "Temos que lutar para que esse cenário mude. Eu acho que 2017 precisa ser o ano da virada para que o Brasil possa voltar a crescer...Precisamos trazer mais tecnologia com mais velocidade e menos burocracia para o mercado brasileiro ter mais competitividade". De acordo com o executivo alemão, que há muitos anos torce e trabalha muito para o desenvolvimento do setor automotivo no Brasil, no passado os problemas não eram enfrentados, mas pelo menos agora eles estão sendo colocados em cima da mesa com o Governo e "todos nós agora temos que contribuir para que as mudanças sejam colocadas em prática". Acho que depois que as placas forem colocadas na estrada, poderemos todos acelerar com mais confiança.


quinta-feira, 9 de março de 2017

Quem não investir na atualização, vai perder participação

A empresa que parar de investir em produto começará a perder sua participação no mercado. Simples assim. Essa foi uma mensagem do presidente da Anfavea, Antônio Megale, durante coletiva de imprensa nessa semana. Mesmo em um mercado que retraiu de 3,8 milhões para cerca de 2 milhões de unidades em 2016 e com vendas que não conseguiram ainda avançar de forma satisfatória nesse ano, a evolução tecnológica e a modernização visual são fatores que determinarão quem continuará nas ruas. As vendas de janeiro e fevereiro somaram 283.000 unidades, uma queda de 6,4% em relação ao mesmo bimestre do ano passado. Em 2014, o período atingiu 572.000 unidades. Ainda estamos hoje entre os dez maiores mercados de automóveis do mundo, segundo a Anfavea. O brasileiro hoje pode escolher entre mais de duas mil versões de automóveis das mais variadas marcas. "É o grande desafio para as empresas aqui instaladas", comentou Megale.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Retomada dos caminhões só acontecerá no segundo semestre ou em 2017

Você já viu isso. Uma fila enorme de veículos vai andando devagar na subida. Lá na frente você vê um caminhão pesado sofrendo com a carga. É um ótimo sinal de que a economia do País vai bem, obrigado. Mais produção, mais distribuição, mais caminhão. No entanto, apesar de estarmos diante de uma previsão de safra recorde em 2017, muito menos caminhões estão saindo das fábricas para as ruas. Não é greve não. É falta de investimentos do Governo na infraestrutura do País para se retomar as vendas de caminhões. "A precariedade de nossa infraestrutura compromete o escoamento da boa safra", comentou o presidente da Anfavea, Antonio Megale. O volume de caminhões vendidos nos dois primeiros meses desse ano somaram apenas 5,6 mil unidades, o que representa uma queda de quase 33% em relação ao mesmo período do ano passado. A ociosidade da indústria de caminhões supera hoje 80% de sua capacidade. Isso no principal modal de transporte brasileiro. Pode? "Esperamos que o Governo saia do anúncio no papel e vá para a prática  para a retomada do crescimento", afirma Luiz Carlos Moraes, diretor da entidade que representa as fabricantes de veículos no Brasil. A expectativa é de que essa desejada retomada, ainda que moderada, aconteça apenas no segundo semestre ou no início do ano que vem. Que tenhamos logo mais caminhões cheios  de carga pela frente.

O dia de todas elas

Nesse Dia Internacional da Mulher, um pensamento especial para todas as grandes mulheres. Houve primeiro aquela tão especial que nos deu a nossa vida. E que durante a nossa vida ela nos deu a dela. Seremos para sempre sua parte amada. Depois vem aquela que conhecemos durante a jornada e que transforma a nossa vida para sempre. Cúmplices da caminhada. Há quem tem o privilégio de ter uma terceira, ou até mais, mulher para compartilhar o caminho. Aquela vida que vem da soma da vida da vida a dois. Uma filha que cresce mulher e que merece a nossa atenção especial. Além dessas grandes mulheres, vem também aquelas que entraram para sempre, e com muita alegria, ao círculo sincero das grandes amizades. Esse é o dia, ou essa é a vida, de todas elas!

segunda-feira, 6 de março de 2017

A bola que rola feliz e sem parar

Eu não canso de me encantar com a alegria das crianças atrás da bola. Para elas, não existe tempo ruim nem nada tão importante como a amizade de um amigo ou de uma amiga. Deixam tudo, quando podem,para desfrutar da companhia divertida de alguém que tem o mesmo sonho, o mesmo gosto, a mesma idade ou o mesmo tempo. O mundo todo fica do tamanho de uma bola que rola e rola todo dia sem parar. Até fazerem com muita saúde e superação o maior gol de suas vidas. É gooooollll!!!

Diferentemente igualzinha e com muita alegria

Eu não canso de me impressionar com o amor incondicional de uma criança, especialmente quando ela encontra alguém diferente que é igualzinha a ela. Sua felicidade se assemelha à alegria de ver a sua própria imagem no espelho.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Olhar mais para a vida simples com bons fundamentos

Acho que as crianças e os jovens precisam conversar mais olhando as outras nos olhos. Ouvir mais ao vivo. Escutar mais de perto. Dar mais risadas frente a frente. Brincar mais com seres vivos e menos com os digitais. Ir embora dando tchau. Acho que precisam gastar mais tempo em uma atividade esportiva. Aprender a jogar bola e com mais motivação. Ter mais amigos de verdade. Mais encontros com a alegria e com a realidade. Desse jeito, vão ter mais saúde para respirar o momento real e menos tempo para o dinâmico e sedentário mundo digital. Vamos movimentar mais essa turma com o projeto Eu Treino Fundamento. Gente muito séria e profissional envolvida com o coração nessa ação. Da esquerda para a direita os professores e treinadores Christiano Falconi e Altair Ramos, ex-preparador físico do São Paulo com Telê Santana, e eu. Vamos ajudar a construir juntos grandes histórias, em breve, no mundo corporativo.  https://youtu.be/E2Cg-vxRyyc 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O mundo maravilhoso de Walt Disney, by Donald Trump

Vai melhorar! Sem essa esperança ninguém vive. Agora, acreditar na promessa de um homem, chamado Trump, que ele vai extinguir da face da Terra o terrorismo do Estado Islâmico, é conferir a ele um poder que nem ele, nem possivelmente a América, pode ter. De tanto que todos desejamos isso, muita gente acredita. Oxalá fosse
assim! É necessário combinar isso com todos os terroristas. O presidente americano acaba de reforçar essa promessa, em meio a tantas outras que ele se comprometeu durante as eleições nos Estados Unidos, como a construção de um grande muro na fronteira com o México, por exemplo. Acho que os americanos estão acreditando demais no Mundo Maravilhoso de Walt Disney, by Donald Trump.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Notícia boa pra cachorro

Aprendi na faculdade de jornalismo que se o cachorro mordeu a perna do homem, isso não é notícia. Mas se o homem mordeu a perda do cachorro, isso sim é uma notícia bem interessante. Porque as pessoas em geral são atraídas pelo que acontece de mal, não de bem, a cada dia. Por isso, também em geral, a imprensa trabalha profissionalmente para atender a essa expectativa ou demanda da sociedade. Mas hoje as notícias ruins estão estressando demais os espaços na imprensa e nas mídias sociais. O brasileiro, em especial, está perdendo o fôlego e a sensibilidade ao ver tanta notícia ruim tão frequentemente em sua rotina: de manhã, à tarde e à noite. Está cheio de receber coisas que deveriam ir direto para a lixeira. Hoje, o que mais queremos ver na imprensa e nas mídias sociais é apenas uma boa notícia. Aquela, sabe, de criar um sorriso no rosto, uma risada gostosa no coração e uma energia construtiva. Quando a encontramos, temos prazer em curtir e compartilhar com todo mundo. Em resumo, em tempo de escassez de boas noticias, um longo abraço no seu cão, por exemplo, pode se transformar numa notícia boa pra cachorro.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A velha infância de meu sobrinho

Hoje, com orgulho, vejo meu querido sobrinho compartilhando um texto primoroso dele sobre os melhores momentos de sua infância. Que boa viagem pela qual todos nós passamos. Achei que vale a pena compartilhei com vocês. 

Minha velha infância

Quantas saudades sinto de um tempo que não volta mais. Passávamos praticamente o dia todo na rua. Não éramos vagabundos. Éramos crianças felizes que aproveitavam à vida de forma simples, porém, que nos trazia enorme prazer. Muitas vezes descalços, sem camisas, matávamos à fome bebendo água. Era futebol, rua contra rua, valendo Tubaína. Nosso bairro tinha vários times, carrinhos de rolimã, que para nós eram carros de F1. À noite, não podia faltar o esconde-esconde, invadíamos os quintais dos vizinhos para nos esconder.

O “Estandão” era o lugar das pipas. E como tinha pipas! Tinha também aquela que muitas vezes   nos salvava da fome e da sede: a nossa amiga bica d’água. Escorregávamos no barro, fazíamos guerras de argila. Tudo era motivo de alegria e de risos. Era a felicidade com simplicidade. Dormíamos pensando no dia que passou, ansiosos pelo novo dia. Lembro do saudoso UEQ (União Estudantil de Quitaúna), o nosso time de futebol. Tínhamos estatísticas, escalação antecipada , nosso símbolo pintado no asfalto, camisas compradas na 25 de Março e pintada a mão.

Brigávamos em um dia e no outro éramos os melhores amigos. Poderia ficar horas e horas escrevendo aqui e não faltariam assuntos. Mas infelizmente, com o decorrer dos anos, o tempo se tornou curto. Não sei se foi a vida que passou rápido ou se foi eu que brinquei demais...rsss --- Samuel dos Santos

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Um bate-papo com os amigos Acelerados



EU TIVE O GRANDE PRAZER de reencontrar os jornalistas e amigos de longa data do Acelerados, Gerson Campos, Márcio Murta e Rodrigo Machado para uma entrevista no Acelelive sobre algumas curiosidades do setor automobilístico. 

"Hoje é dia de #AceleLive (AÊÊÊÊ \o/)! Nesta edição 31, receberemos o jornalista Gilberto Dos Santos (o Giba, para os próximos), que já trabalhou por décadas como Gerente de Comunicação de grandes marcas aqui no Brasil!"

Gerson Campos: "Excelente papo na AceleLive de hoje com o grande Gilberto Dos Santos, uma unanimidade do nosso "setô". Bons causos e o outro lado, o das montadoras, exposto de forma clara e divertida. Valeu, Giba!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

América, o Sítio do Picapau Amarelo!

Um maquinista maluco, com cabeleira de Pica-pau amarelo, arrogante e irresponsável, assumiu o comando do metrô de Washington e está disparando em alta velocidade. Parece um verdadeiro terrorista, exatamente o que ele quer combater. É o mais recente líder mundial que passa a comandar o destino de uma nação poderosa. "Hugo Trump" pode fazer o trem virar com todo mundo lá dentro. Aliás, o estilo e os simpatizantes de Chaves tem essa capacidade de tirar qualquer país do trilho.

Os americanos podem olhar para o Sul, por exemplo, e ver que os últimos maquinistas latino-americanos desencarrilharam todos os vagões dos países que conduziam e acabaram com a vida, o emprego e a esperança de milhões de pessoas. A insanidade como passageira é terrível, mas o pior é quando ela domina os homens da cabine de comando. A América pode quebrar como já quebraram aqui o Brasil. Só tem maquinista loco por ai gente! Salve o nosso Pica-pau amarelo!!!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Vamos ser coerentes nas Marginais

Eu sou um dos milhões de paulistanos que passa sempre pela Marginal Pinheiros e que apoia com satisfação o retorno dos antigos limites de velocidade. Dirigindo 20 km/h mais rápido pela via Expressa chego mais cedo aos meus compromissos, sem comprometer a segurança e, melhor ainda, sem receber as notificações da famigerada indústria da multa. Respeito a opinião dos demais paulistanos que se sentiam mais seguros com os limites anteriores. Mas acho que a medida do prefeito João Dora Junior é bem mais democrática que a de seu antecessor. Isso porque antes, não dava para quem discordasse dos limites, ultrapassá-los sem a punição da lei. Mas agora todos os que são contra os novos limites podem continuar dirigindo de acordo com sua velocidade preferida, portanto, mais devagar, sem receber qualquer multa por isso. Ou seja, vamos ser coerentes com as nossas opiniões e preferências, certo? Democracia é isso.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Fernando Calmon, 50 anos de jornalismo e seriedade


Você quer conhecer um pouco mais sobre automóvel ou o setor automobilístico? Converse com ele. É o que faz muitas empresas da indústria, interessadas em sua opinião bastante honesta e muito bem embasada tecnicamente como jornalista e engenheiro. Esse é o Fernando Calmon. Você acredita que ele começou sua vida no jornalismo porque não o deixaram entrar no boxe durante uma competição no recém-inaugurado autódromo do Rio de Janeiro. Disseram que o boxe era somente para pilotos e jornalistas. Não era o seu caso quando ele tinha 20 anos. Ele então decidiu se tornar um deles. E acabou se transformando num dos jornalistas mais especializados e o mais querido do Brasil. Ele está fazendo 50 anos de profissão neste ano. Já viajei muito com ele e me familiarizei com a sua abordagem sempre profissional e firmes opiniões. Tive o prazer de conversar sobre sua ampla experiência juntamente com o jornalista Marco Antônio Rossi no programa Sobre Rodas da Mega Brasil nessa semana. Ele também comentou sobre a crise atual que atinge o setor automobilístico. Acompanhe um pequeno trecho da entrevista com o Calmon. A entrevista completa está nesse áudio. http://megabrasil.com.br/radiomegabrasil/ProgramaDetalhe.aspx?idP=69

O verdadeiro estilo populista do novo presidente da América

Acompanhei todo o discurso populista do novo presidente americano, Donald Trump, ao assumir hoje a cadeira de Obama. Será que os americanos acreditam realmente em tudo aquilo que ele continua prometendo? Ele assegura que fará coisas que estão completamente fora de suas mãos, como por exemplo eliminar o terrorismo "da face" da Terra. Agradou a todos prometendo recuperar o orgulho americano colocando sempre a "America first" em toda decisão. Garantiu empregos para os americanos e não para imigrantes. A imprensa americana comenta que foi o discurso mais radical da história das cerimônias de posse de um presidente da nação. Olha, precisa ser muito inocente para acreditar que ele vai colocar em prática tudo o que ele discursou. Puro populismo. Você sabe, o "populista utiliza uma linguagem simples e popular, abusa da propaganda pessoal, afirma não ser igual aos outros políticos, toma medidas autoritárias, não respeita os partidos políticos e instituições democráticas, diz que é capaz de resolver todos os problemas e possui um comportamento bem carismático". Os estrangeiros na América terão um tempo muito difícil. Certamente, Obama vai deixar muita saudade. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

O cidadão-jornalista na era digital

Os órgãos de imprensa continuarão sendo uma parte importante e integral da sociedade em várias formas, mas muitos meios de comunicação não sobreviverão em seu formato atual. Aqueles que estiverem de pé terão ajustado os seus objetivos, métodos e estrutura organizacional para atender as novas demandas do público global. Continuará crescendo o número de novas fontes potenciais de informação, novas vozes, cidadãos-jornalistas e fotógrafos amadores buscando dar a sua contribuição para a notícia nesse era digital. A audiência global vai se beneficiar também de uma maior gama de assuntos e perspectivas. Com um maior número de participantes envolvidos em plataformas online, os grandes veículos de comunicação vão divulgar menos, mas terão o papel fundamental de validação das informações mais importantes. Em resumo, as pessoas continuarão buscando os principais meios de comunicação para confirmar e entender melhor as notícias relevantes. Esse cenário foi colocado pelos principais executivos da Google - Eric Schmidt e Jared Cohen -  no livro The Digital Age. São as ondas digitais provocando grandes mudanças na produção da notícia e no acesso à informação em todo o planeta. 

A necessidade de uma agência de Comunicação

O mundo expandiu e a empresa diminuiu. A estrutura organizacional está se tornando mais enxuta. Ponto. E não voltará a ser o que era antes. Ponto. A demanda e a carga de trabalho no entanto não vão parar de crescer. Devem aumentar. Ponto também. Os desafios serão cada vez maiores nessa Era Digital em que tudo é para já, inclusive os resultados. Cresce portanto a necessidade de um apoio externo e capacitado para fazer a comunicação empresarial fluir normal e adequadamente nesse contexto. O papel e o apoio de uma consultoria ou assessoria de comunicação passa a ser absolutamente necessários para uma empresa mais enxuta manter-se à altura das crescentes demandas de comunicação e de relacionamento com um novo consumidor e com uma nova mídia, seja qual for a atividade ou setor de atuação dessa empresa.

Com mais de 20 anos de atuação no setor automotivo, com demandas abrangentes e competitivas de comunicação, entendi, como gerente de comunicação, que a principal colaboração de uma agência ou assessoria de Comunicação pode ser comparada ao de uma central de estudos climáticos e de previsão do tempo. Ela pode cooperar muito mais quando está bem conectada também com os temas que vão além do dia a dia dos negócios que apoia. A agência de comunicação precisa estar mais focada em monitorar a temperatura, a variação do clima exterior, com a chegada de nuvens escuras ou fortes chuvas que vão cair no mundo dos negócios, trazendo mudanças ou tendências que vão mudar o cenário econômico, político e setorial. Com essa capacidade de monitoramento, a agência estará mais qualificada para preparar as medidas preventivas. O monitoramento competitivo do tempo deverá também sinalizar grandes oportunidades que o mundo exterior traz com as ondas transformadoras para as áreas de comunicação e marketing, por exemplo. Com as grandes ondas de mudanças do mercado é mais do que nunca necessário fortalecer a capacidade de comunicação das empresas, para elas estarem melhor preparadas para qualquer tipo de tempo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Entrevista completa com Altair Ramos - treinador de atletas campeões

Uma entrevista com Altair Ramos, o preparador físico de jogadores campões que, juntamente com Telê Santana, levou o São Paulo a conquistar grandes títulos mundiais. Ele comenta sobre a qualidade do jogador brasileiro e a preparação de novas gerações de atletas no futebol.