segunda-feira, 6 de agosto de 2018

O Brasil não pode parar, mesmo em ano de eleição

O segundo semestre do ano começou reforçando sinais de recuperação dos setor automotivo. Os resultados apresentados hoje pela Anfavea - Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores mostram o desempenho do mercado no mês de julho. As vendas de veículos subiram 7,7% em relação ao mês passado. Já comparando os primeiros sete meses com o mesmo período do ano passado, houve crescimento de 14,9%. Caminhões subiram mais: 15,6% em julho e 48,6% no período. Máquinas agrícolas cairam 3,5% no mês passado e no período cresceram 2,4%. Em termos de produção de veículos, julho caiu 4,1%, e cresceu no período 13%. A produção de máquinas agrícolas subiu 26,5%, e no período apenas 1,1%. Uma boa notícia dentro desse contexto, especialmente para o agrobusiness, que puxa a economia brasileira, é o crescimento excepcional do setor agrícola, apesar da insuficiente infraestrutura brasileira para a uma logística eficiente. A safra brasileira  já foi toda vendida. O Brasil não pode parar. Mesmo em ano de eleição.

sábado, 21 de julho de 2018

O waze se perdeu. O Brasil também!

Eu gostava muito dele. Nunca me deixava na mão. Sempre me ajudava a chegar onde queria, pelo melhor caminho e no tempo mais curto possível. E sempre dava alertas importantes. Mas a minha confiança nesse dispositivo, desenvolvido pela start up Waze Mobile, de Israel, e adquirido em 2013 pela Google, acabou. E sei que ele perdeu a confiança de muitos outros usuários frequentes. Recentemente, o waze vem indicando caminhos que não tem nada a ver. Dá voltas absolutamente desnecessárias. Opções sem sentido. Enfim, o waze se perdeu. Aliás, em nosso Brasil gigante, o cenário político também está sem caminhos claros, sem caminhos certos, sem waze! Fui! Sem waze!


segunda-feira, 9 de julho de 2018

A queda do mundo

Que cena! A menininha de mais ou menos cinco anos descia correndo a pequena rampa para encontrar alegremente o seu pai. "Cuidado com o celular!", ele gritou. Mas infelizmente a menininha se desequilibrou e caiu com o celular no chão, literalmente aos pés de seu querido pai. Chorava estendida no chão. O pai preocupado, rapidamente, agachou-se e pegou o celular, avaliando primeiro o impacto da queda no aparelho, que certamente tinha lhe custado caro. Depois, ajuda a filhinha a se levantar. E repreende a sua mãe pelo descuido de deixar o aparelho tão valoroso nas mãos de uma criança. A mãe também demonstrou maior preocupação com a queda do celular. A criança continuou chorando. Triste demais isso. Pais, pais, pais, essa cena representa a queda geral de nosso amor e de nossos valores. É a própria queda do ser humano e da humanidade. Afinal, o que não tem preço hoje?