sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Meu foco para 2021

Jamais imaginava, quando defini o meu foco para 2020, que ele seria tão necessário, especialmente quando chegou a pandemia. Busquei nesse ano Energia e Equilíbrio na vida. Foi fundamental em meio ao isolamento social, ao impacto geral na economia, à mudança da rotina do escritório para casa. Busquei a energia com a família, os amigos, e especialmente no Criador dos céus e da Terra e do ser humano. Encontrei ali também o equilíbrio necessário para um cenário inesperado. Além de continuar buscando sempre energia e equilíbrio, o meu foco para o ano de 2021 será colaborar para ajudar na Simplicidade na Transformação daquilo pelo qual sou responsável. 

Acredito que o jornalismo especializado e a comunicação estratégica passaram a ter uma importância crucial para esse objetivo. Em meio a tanta desinformação e desorientação que vemos, especialmente no Brasil, ficar na sombra desse cenário  não permitirá enxergar oportunidades nem ser enxergado nas soluções que você pode oferecer. Empresas, entidades, marcas, escolas, clubes, governos, profissionais em geral, em todos os setores, privados e públicos, vão precisar, portanto, aparecer e se apresentar melhor o propósito de sua existência. Para um cenário transformado para baixo pela pandemia do covid-19, vamos precisar de uma nova onda de comunicação mais focada  na simplicidade, planejamento e criatividade para transformá-lo para cima. 


domingo, 16 de agosto de 2020

O pai não precisa ser um super herói, apenas um ser humano


PROVAVELMENTE, a maior herança do personagem que homenageamos hoje seja o maior exemplo que ele construiu. No meu caso, a maior herança foi algo que eu não lembro. Eu não me lembro de ter visto o meu pai um dia sequer reclamar da vida, das dificuldades até os meus 26 anos de idade, quando ele partiu aos 72 anos, com problemas no pulmão, de tanto trabalhar com solda. Seu bom humor e paciência eram inabaláveis, mesmo nos dias mais difíceis. Meu pai sorria e brincava muito.

Um dia, quando eu ainda pagava pelo meu primeiro carro, um Fiat 147, estava deixando ele na garagem por falta de gasolina, para ir para a faculdade. Eu fazia Jornalismo à noite. Ao sair, meu pai me perguntou porque eu estava indo de ônibus para a faculdade. Expliquei que não tinha dinheiro naquele mês para o combustível. Ele tirou do bolso uns trocados e me disse para abastecer e ir de carro.

Eu soube no dia seguinte pela minha mãe que meu pai havia ficado sem nenhum dinheiro. Havia me dado tudo o que tinha naquele dia para facilitar a minha ida para a faculdade. Meu pai teve 7 filhos e 2 filhas. E também adotou, antes de eu chegar ao mundo, um outro menino, o Maurício, meu irmão de cor, que partiu também. Vivia com paixão por toda a família!

Meu pai me ensinou que a vida não tem nenhuma graça se a gente não viver por uma causa maior do que nós mesmos. E que devemos viver com gratidão, bom humor e sem viver reclamando de tudo e de todos. Seu Benedito me mostrou em sua vida que eu não tenho que ser um Super Homem. Tenho que ser humano e viver mais para a maior causa na Terra: nossa família e nossos filhos, com a ajuda do Grande Pai Eterno. Valeu, meu amado pai! Feliz Dia de todos os Pais!


Confusões acontecem em todo lugar

 
E essa aconteceu em agosto de 2006, conforme um registro que acabei de encontrar - com esse título - ao buscar um outro material.

"Tocou ontem à tarde o ramal 7574. Atendi, me identificando prontamente. - Gilberto, Mercedes-Benz!Uma voz feminina, muito agradável, de outro lado, diz: - Por favor, posso falar com o Marcus Brier? - Olha, o Marcus Brier já não está com a gente há algum tempo. Você gostaria de falar sobre algum tema da Mercedes? - Ah, sim, me desculpe. Eu não sabia. Então é com o Geraldo com quem devo estar falando a partir de agora, né? - Geraldo, não! Gilberto!

Atendida a solicitação da jornalista, ela se despede satisfeita. - Valeu! Então muito obrigada pelas informações, Gerônimo! Pensei comigo mesmo. Essa menina deve participar do mesmo Orkurt que eu, onde deve ser uma confusão daquelas! Fiz o seguinte comentário com ela: - Gerônimo! Puxa vida, é a primeira vez que me confundem com esse nome.

O grande chefe indígena Gerônimo nasceu em 1829, na região conhecida hoje como o Novo México, que na época ainda era território mexicano. O Gilberto, da assessoria de imprensa da Mercedes-Benz, nasceu em Iperó, registrado em Araçoiaba da Serra, que na época era município de Sorocaba. Portanto, tem 3 naturalidades! A jornalista fez uma confusão daquelas!

De qualquer forma, conclui a confusão da jornalista dessa maneira: - Não se preocupe. É uma honra para mim ser confundido com o grande chefe dos índios Apaches! Um abraço. Depois, eu mesmo fiquei pensando. Qual era mesmo o nome da jornalista que fazia toda aquela confusão? Seria Guarabira, Itapira, Uirapurú?"