quinta-feira, 23 de julho de 2020

O que você está fazendo pela sua marca mais importante?



VOCÊ SERÁ A SUA GRANDE MARCA Você conhece bem a sua marca pessoal nesse mundo de tantas marcas que competem diariamente para conquistar e dominar seu espaço no mercado? Se não, é melhor passar a conhecer para interagir mais com seus atributos, seus pontos fortes e fracos, e fazer algo para transformá-la na melhor opção que existe. Pelo menos para você mesmo.

Para isso, veja como estão hoje as outras grandes marcas, a começar a da Terra. Girando sem parar, e muito sacudida recentemente, ela congrega os interesses, as expectativas, os problemas, os sonhos, e as soluções de mais de 7 bilhões de homens e mulheres. Hoje, essa marca universal está doente, reflete insegura, tristeza, medo, destruição. Mas, “It’s a wonderful world”, como inspirava Louis Armstrong. 

Outra marca para se avaliar chama-se Brasil. Hoje, essa marca está contaminada e enfraquecida pelas crises sanitária, econômica, política, educacional e de liderança. É uma marca desgovernada, sem foco em soluções, polarizada e incapaz de resolver os problemas do presente e muito menos de sinalizar um cenário positivo no futuro para essa e a próxima geração. Há também que prestar atenção para a marca do mercado. De preferência aquele onde você atua e pretende deixar a sua marca profissional e pessoal. Passamos, no geral, por um momento dramático de baixa temperatura, perda de desempenho e valor, desconfiança e insegurança. Mas temos que ficar atentos e bem preparados para uma reação para poder gerar e participar da retomada das atividades. 

A marca de sua empresa talvez seja o melhor veículo para você impulsionar as rodas da mudança de marcha e da retomada. Mais do que nunca, a gente precisa descartar conceitos e práticas que não atendem mais o novo cenário. Vamos melhorar o que já era bom e criar novas experiencias e novas soluções para uma demanda nova, de um mercado novo, comandado por um novo perfil de consumidor. 

Mas nenhuma outra marca pode ser mais revolucionária e transformadora nesse cenário do que aquela que leva seu nome. Somente através de uma ampla experiência com a sua marca pessoal ou profissional você poderá iniciar a mudança para transformar as demais marcas presentes em seu universo. Você pode começar a se transformar hoje na marca especial que você quer deixar em sua empresa, em seu mercado, em seu país e no mundo que vai continuar girando com ou sem pandemia. Boa marca!

quinta-feira, 9 de julho de 2020

O abacate maduro

A mulher sempre vai pensar diferente do homem. E vice-versa. Diante de uma mesma situação, surgem duas ou mais ideias, levando a conclusões diferentes. Hoje, bem cedinho, minha esposa me disse - Aproveita logo esse abacate, antes que estrague. Como sou absolutamente avesso à qualquer desperdício, tive uma grande ideia, reproduzida nessa conversa por Whatsapp com ela.

Giba: Graças ao desafio que você me colocou hoje de aproveitar o abacate antes de estragar, acabei de criar uma das mais poderosas vitaminas dessa década. Juntei o abacate com o shot (bebida em pó à base de glutamina, cúrcuma e gengibre) que já tomava, com água e mel, e bati bastante mesmo no liquidificador. Resultado? A visão tá um pouco embaçada, eu tô um pouco mais verde, e me deu uma grande vontade de sair correndo...🤔

Josy: Kkkkkk. Virou o Hulk ou é pro vomitar 🤢? Kkkkk

Giba: Que vomitar o que? Tava uma delícia! Deu vontade de sair correndo e comprar mais abacate! 🤔

Missão cumprida!

segunda-feira, 6 de julho de 2020

A TIME não passa, nem tampouco a fé


DURANTE ESSE PERÍODO FORÇADO DENTRO DE CASA, a gente acaba resgatando coisas que nem lembrava mais que existiam. Minha esposa separou algumas revistas velhas do Reader's Digest para jogar ou doar e especialmente alguns exemplares da famosa revista TIME, da qual fui assinante desde muito jovem, para ajudar a aprender inglês.
Ao confirmar porque guardei até hoje um dos exemplares de julho de 1996, reencontrei numa delas minhas próprias linhas publicadas na sessão Letters da revista americana. A matéria principal trazia dados científicos que comprovavam que algo invisível, como a fé, tinha efeitos físicos na saúde e na recuperação de pessoas que haviam perdido a saúde. Confesso que depois de 24 anos, a minha convicção nesse fato só aumentou. As linhas que publiquei na revista americana, portanto, estão ainda valendo.