terça-feira, 11 de junho de 2019

Calma, tudo vai passar

Calma, relaxa! A vida não é perfeita! Ela tem que ser simples e divertida. Tudo aqui vai passar um dia. Dia bom e dia ruim. Vento forte e vento fraco. Chuva pesada e chuva leve. O dia passa e a noite também. O sorriso vai e o sorriso vem. O calor chega e o calor vai. Fica o que foi e vai o que ficar. A preocupação e a tristeza não podem ocupar a maior parte de nosso tempo que acaba. Deixe a alegria e a simplicidade da vida ganhar todo o espaço possível. Você merece o melhor!

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Reputação é tudo, mas não se transfere para ninguém

Eu vou chegando e vejo o lugar começando a ficar cheio de pessoas interessadas em reputação. O tema do encontro, organizado pelo meu grande amigo, Daniel Bruin, jornalista e empresário de muita bagagem profissional, da XCom, é sobre as tendências de reputação corporativa no Brasil e no mundo. De acordo com uma boa explicação, reputação é a opinião do público em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização. Mas acho que isso se estende a um país inteiro. Para tratar de um tema tão impactante no mundo dos negócios, Daniel resolveu convidar a maior autoridade no assunto no Brasil. A Dra Ana Luisa de Castro Almeida, fundadora do Reputation Institute Brasil, que se baseia totalmente em pesquisas consistentes, trouxe muita luz sobre o assunto. 

Ela comentou que em geral a reputação das empresas está caindo. Elas precisam saber dialogar melhor com os seus públicos. Precisam ter coerência e consistência em suas narrativas. A sociedade não aceita mais organizações que ficam em cima do muro, sem posições claras. Custe o que custar, o que vale são os seus valores. Não se imita nem se copia a reputação de uma empresa. As empresas precisam ter uma marca e de uma reputação forte, embora nem sempre as duas coisas andam juntas. A reputação não se compra nem se transfere. As empresas precisam ser percebidas pelos seus públicos em todas as suas dimensões para construir uma boa reputação. É fundamental construir a reputação de uma marca para valorizar a sua presença no mercado.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Temos que ser triatletas de comunicação para atravessar a ponte digital


A PONTE AINDA NÃO ESTÁ PRONTA, mas temos que atravessar para o mundo digital. Para isso, precisamos nos tornar triatletas da comunicação para continuar mantendo contato com meu público e mercado. Grande parte das publicações não conseguiram construir no devido tempo uma ponte que viabilizasse seu negócio para o mundo digital. 

Quem não digitalizou-se, pode não ter perdido, ainda, a sua publicação mas já perdeu grande parte de seu público, que abandonou o formato anterior de consumo de informação. E sem público, nenhuma publicação tem presente nem futuro.

As publicações impressas ainda têm um público fiel, que talvez não viabilize por muito tempo a sua existência. As volumosas pilhas de grandes jornais e revistas, por exemplo, que víamos há alguns anos nas recepções dos prédios e nas bancas de jornais, praticamente desapareceram. 

Reinvenção é a palavra da hora e da era, tanto para publicações como para os profissionais da informação ou comunicação. Se por um lado o jornalismo em seu formato tradicional vai minguar cada vez mais, por outro lado, a informação e a comunicação vão demandar conteúdos e formatos cada vez mais criativos e transformadores para seus públicos. 

Como triatleta da notícia, todo profissional deve saber operar bem todos os formatos de mídias, sabendo produzir um conteúdo adequado para cada uma delas, para manter e ampliar seu público de confiança, que representa hoje o maior patrimônio do profissional de comunicação. As máquinas até poderão produzir textos com a Inteligência Artificial, mas ainda será necessário ouvidos e corações humanos para curtir e interagir com a notícia.

Vamos precisar cada vez mais de discussão, provocação, disrupção, reinvenção e transformação tanto nas redações como nas agências de comunicação e de assessorias de imprensa. Não é só questão de pauta, de "o quê". As outras questões jornalísticas - como, quando, para quem e por quê - são cada vez mais fundamentais para o próprio sucesso do negócio da comunicação.