sexta-feira, 5 de maio de 2017

Os primeiros sinais de recuperação do Brasil

Há muito tempo o País está de cama. Quase em coma. Mas parece que finalmente "os primeiros sinais de recuperação começam a aparecer". Esse é o prognóstico do presidente da Anfavea, Antonio Megale, durante a apresentação hoje dos resultados do mês de abril da indústria automobilística . Embora a produção de veículos tenha caído 18,8% em relação a março, ela cresceu 11,4% em relação a abril do ano passado. A produção acumulada do quadrimestre é 20,8% superior a do mesmo período de 2016. As vendas internas do período ainda estão num patamar negativo: -2,4%. O excelente desempenho das exportações (64,2%) e do mercado interno de máquinas agrícolas  e rodoviárias (+14,3%) tem puxado o comboio da indústria nos primeiros quatro meses do ano. Os estoques,de 41 dias estão preparados, segundo a Anfavea, para a recuperação dos próximos meses. Até investimentos novos e bem expressivos, da Scania, por exemplo, começam a pintar um quadro de maior confiança no mercado brasileiro. O desempenho positivo deve-se consolidar no segundo semestre. Ainda vamos superar essa crise.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Quando não se vê, se ouve mais?

Quando a maior parte de um povo já não consegue mais ver, por causa da incurável miopia filosófica, seus líderes podem continuar colocando suas mãos espertas dentro de seu bolso e levar embora todos os seus valores. À vontade. A já pobre população que só consegue escutar, vai se encantar depois com os discursos inflamados desses líderes em favor da justiça e do trabalho. Aplausos e votos. E a corrupção e a roubalheira podem continuar. Feliz Dia do Trabalho. O brasileiro, afinal,  é muito trabalhador. Mas vamos continuar celebrando os dias de corrupção e crise em 2018? Ninguém merece! Ou merece?

sexta-feira, 28 de abril de 2017

São Paulo não pode parar, nem o Brasil, nem o brasileiro

O brasileiro se acostumou a ver seus políticos se empenharem com muita determinação em campanhas para novos cargos tão logo se aproxima o momento das eleições. Aí começam as grandes e caras ondas de promessas de interesse da população. Surge a propaganda eleitoral em que vale tudo, até verbas das mais variadas fontes. Alardeiam as boas intensões do dia e deixam o futuro confirmar ou não a sua realização. Lá, uma desculpa ou mentira poderá justificar o não cumprimento da promessa diante de uma população manobrada que acreditou e bateu palmas por suas boas intenções. Mas a cidade de São Paulo está vendo um outro cenário. Há quatro meses um gestor que não é político tradicional está, nesse início de mandato como prefeito, comunicando com frequência a todos, nas mídias sociais gratuitas, sobre a realização ou monitoramento de projetos assumidos. Essa  mudança de comportamento na gestão da administração pública, mais competente e comprometida com o povo, está deixando muita gente ainda mais vermelha de raiva. Pois nunca tiveram em sua lista de valores líderes que fizeram mais do que fazer campanha política, com muita difamação. Eles se especializaram, historicamente, a vender sonhos, pegando na mão da chamada "companheirada" e conduzindo todos sorrindo para a maior corrupção e crise econômica e moral da história do Brasil. As coisas começaram a mudar aqui, com mais trabalho e seriedade na gestão pública. São Paulo não pode parar. Nem o Brasil. Nem o brasileiro.