De acordo com os principais índices do mercado, a situação brasileira ainda é crítica. Mas o país deverá até o final deste ano começar a sua jornada para sair do fundo do poço. Logo que o quadro político for definido, com a saída bastante provável da presidenta, brasileiros e estrangeiros vão entender quais serão as medidas tomadas pela equipe econômica para dar um rumo certo para o país. Várias ações concretas estão na agenda. O que se pode esperar com isso é o início, apenas o início, do resgate da confiança perdida pelo país ao longo dos últimos anos. De qualquer forma, as empresas ainda continuarão com seus reajustes de custos e de funcionários, aumentando o desemprego. Ao mesmo tempo, a indústria está preocupada em não se desestruturar demais para poder acompanhar melhor o momento da retomada. Acredita-se até que os investimentos deverão ser retomados antes mesmo do consumo ganhar força. Esse cenário que ao mesmo tempo reúne boas e más notícias fez parte das apresentações de especialistas renomados durante o Workshop Planejamento Automotivo 2017, promovido pela Automotive Business. Em um auditório completamente lotado, com padrão internacional de organização, cerca de 600 executivos de vários segmentos do mundo automotivo acompanharam com apreensão as explicações, expectativas e perspectivas sobre a situação do mercado de automóveis, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e autopeças. A notícia ruim e a boa foram compartilhadas ali por fontes bastante qualificadas e embasadas em pesquisas e monitoramento do mercado. Qual foi a conclusão? Bem, a má notícia é que vamos demorar quase uma década para recuperar os melhores níveis da indústria. A boa é que os primeiros sinais da retomada já estão aparecendo, ainda que timidamente. Portanto, vamos poder acionar o cronômetro para começar a contar o tempo da retomada ainda este ano. (Ainda essa semana eu vou compartilhar mais informações sobre o workshop organizado pela Automotive Business - www.automotivebusiness.com.br)
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Vamos acionar o cronômetro para acompanhar a recuperação do Brasil
De acordo com os principais índices do mercado, a situação brasileira ainda é crítica. Mas o país deverá até o final deste ano começar a sua jornada para sair do fundo do poço. Logo que o quadro político for definido, com a saída bastante provável da presidenta, brasileiros e estrangeiros vão entender quais serão as medidas tomadas pela equipe econômica para dar um rumo certo para o país. Várias ações concretas estão na agenda. O que se pode esperar com isso é o início, apenas o início, do resgate da confiança perdida pelo país ao longo dos últimos anos. De qualquer forma, as empresas ainda continuarão com seus reajustes de custos e de funcionários, aumentando o desemprego. Ao mesmo tempo, a indústria está preocupada em não se desestruturar demais para poder acompanhar melhor o momento da retomada. Acredita-se até que os investimentos deverão ser retomados antes mesmo do consumo ganhar força. Esse cenário que ao mesmo tempo reúne boas e más notícias fez parte das apresentações de especialistas renomados durante o Workshop Planejamento Automotivo 2017, promovido pela Automotive Business. Em um auditório completamente lotado, com padrão internacional de organização, cerca de 600 executivos de vários segmentos do mundo automotivo acompanharam com apreensão as explicações, expectativas e perspectivas sobre a situação do mercado de automóveis, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e autopeças. A notícia ruim e a boa foram compartilhadas ali por fontes bastante qualificadas e embasadas em pesquisas e monitoramento do mercado. Qual foi a conclusão? Bem, a má notícia é que vamos demorar quase uma década para recuperar os melhores níveis da indústria. A boa é que os primeiros sinais da retomada já estão aparecendo, ainda que timidamente. Portanto, vamos poder acionar o cronômetro para começar a contar o tempo da retomada ainda este ano. (Ainda essa semana eu vou compartilhar mais informações sobre o workshop organizado pela Automotive Business - www.automotivebusiness.com.br)
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
O Sujismundo continua vagando por ai.
As cidades brasileiras poderiam ser muito mais limpas. Mas a gente ainda vê muitas coisas que faz lembrar o Sujismundo, um sujeitinho simpático criado em 1972 que representava o brasileiro porcalhão que não se importava com a higiene pessoal nem com a limpeza pública. Fazia parte de uma campanha do Governo que tentava promover a conscientização popular para deixar as ruas e os lugares públicos mais limpos. O mote era Povo Desenvolvido é Povo Limpo. Mais de quatro décadas se passaram e não vimos mais campanhas com aquela preocupação. Surgiram nesse período novas gerações de Sujismundos. Ainda é muito comum vermos motoristas e passageiros atirando pelas janelas de seus carros papéis, latinhas, garrafas, cigarros e todo tipo de coisas. Enquanto caminham, outros Sujismundos vão espalhando seus lixos pela cidade e literalmente sujando o mundo. Vejam a poluição e o mau cheiro insuportável hoje dos rios paulistas Pinheiros e Tietê, por exemplo. Outros seguem pichando todo tipo de patrimônio publico. Que triste ver crianças assistindo seus pais e outros adultos atuarem como verdadeiros Sujismundos. O personagem entrou para a história, mas o mau exemplo infelizmente continua por ai. Se tivéssemos mais educação no Brasil, nossos filhos certamente desfrutariam de cidades mais limpas. Eles mereciam.sábado, 13 de agosto de 2016
O valor e a beleza de todas as cores
Só uma mentalidade tremendamente limitada e enfraquecida por um espírito complexado pode afrontar uma outra pessoa pela cor de sua pele, origem ou classe social. Esse é o nível mais infeliz a que um homem ou mulher com baixo autoestima pode chegar. Quanto mais uma pessoa se afunda no seu complexo interior e inferior, mais ela critica o exterior de outras pessoas. E encontra respaldo diante de outros seres igualmente limitados e complexados. Racismo não é apenas preconceito. É a expressão mais clara de alguém que não cresceu, não tem o verdadeiro valor humano e não tem nada mais de melhor para expressar. Quem cresceu sabe valorizar todas as cores da natureza e do seu Criador. Como não se encantar, por exemplo, com a alegria e a beleza das crianças das mais diversas peles e povos? Estamos cheios de motivos para viver com orgulho da originalidade, criatividade, luta e sucesso de todas as raças e todas as cores.
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