Não são os desastres naturais, como os maiores terremotos ou tsunamis que atingiram a Asia, em 2004, com a perda de aproximadamente 300.000 vidas, ou o Haiti, em 2010, matando mais de 200.000 pessoas, que estão destruindo o Brasil. Não, não são secas prolongadas ou mesmo chuvas torrenciais que estão tirando o alimento da mesa de milhares e milhares de brasileiros. Não são guerras, bombas ou atentados terroristas que estão elevando a inflação e os juros, disparando o desemprego pelo país. Seguramente não é qualquer crise internacional que está detonando a economia, a geração de empregos, os investimentos e a educação, ceifando milhões e milhões de oportunidades e de sonhos de trabalhadores e de empreendedores da nação. A causa de tudo o que está acontecendo com o Brasil hoje foi o mal uso, ou uso mal, de uma boa coisa, ou seja, de milhares e milhares de urnas colocadas a disposição dos brasileiros no período das eleições. Nelas foram depositadas a nossa esperança e a nossa confiança por um país melhor. O sonho era muito bom. Porém, nelas foram colocadas os nomes de um rei, de uma rainha e de seus súditos vermelhos preferidos, que não tinham a menor competência nem o menor comprometimento para cuidar do destino do povo. Silenciosamente, o rato da corrupção ruia e ruia a moral e os cofres do reino. Dinheirinho suado do povo. Assim, por muito tempo, se ouviu, e se ouve, apenas anúncios de boas intensões enquanto o reinado empregava suas artimanhas para surrupiar todas as possíveis dádivas do povo. Mas o custo ficou alto demais pra todo mundo: para trabalhadores, empreendedores, aposentados, estudantes, homens, mulheres e crianças. O reino está falido. O rei e a rainha estão nus. Estamos pagando muito caro por aquela escolha, por esse desastre que não é natural. Mas parece que o povo acordou. E o sonho acabou. FIM.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
De pai pra pai!
Nunca esqueci aquela noite com meu pai. Naquele período de dificuldades, me faltava dinheiro para abastecer o meu primeiro carro, que usava para ir para a faculdade. Ia portanto de ônibus. Mas algo tocou em meu pai para me emprestar naquele dia um dinheirinho suficiente para o combustível. Assim fui eu com o meu carrinho. Jamais saberei o que poderia haver acontecido comigo se tivesse ido de outra forma. No dia seguinte, soube por meio de minha mãe que meu pai ficou sem "nenhum tostão" no bolso. Afinal, ele havia dado todo o pouco que tinha para a segurança de seu filho. Como grande pai que era, colocava a necessidade do filho, de sua familia, sempre em primeiro lugar. Assim são os grandes homens: tornam a vida dos outros muito mais preciosa que a sua própria. Um pai não consegue ser feliz sem que veja primeiro a felicidade e a satisfação de seus filhos. Aprendemos muito com a sua presença. E muitos, infelizmente, aprendem também com a sua ausência. Quem não tem uma boa lembrança de um momento tão especial por esse ser tão querido!
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
As coisas mais simples são mais especiais
Você sabe, de tempos em tempos, é bom a gente dar um tempinho nas prosas. Afinal, há um tempo para todas as coisas, certo? Nesse período, diga-se de passagem, de muita agitação em nosso querido país, que bambeia pra lá e pra cá, encontrei pessoas queridas que perguntaram onde estão os textos de sábado. É um grande incentivo isso. Eu vou voltar com eles sim. Mas como hoje estou comemorando mais um inverno, quero agradecer muito a todos pelas mensagens simpáticas que recebi neste dia, tanto de amigos de perto como de longe, do Brasil e de fora dele. Não há tempo e nem distancia para as grandes amizades. É sempre bom completar mais um ano com saúde e alegria, com a familia e os amigos sinceros que curtem e valorizam as coisas mais simples da vida. Nesse cenário atual, essas coisas tem um valor muito especial. Valeu mesmo!
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