quinta-feira, 24 de maio de 2012
O tempo corre, e as unhas crescem
Estamos nos movimentando cada vez mais devagar, especialmente nas ruas, nas estradas e nos shoppings. Muito carro, muita gente. Estamos nos vendo e conversando cada vez menos. Mas ao mesmo tempo, estamos nos comunicando cada vez mais. O tempo que acaba exige uma rapidez cada vez maior na troca de informação e decisão. As novas mídias permitem e estimulam essa agilidade. Mas tantos recursos podem ser ineficientes se o homem por detrás deles não estiver preparado para usá-los adequadamente. É importante se preparar para fazer uso da tecnologia disponível ao alcance de nossos dedos. Para isso, é necessário cortar as unhas.
sábado, 19 de maio de 2012
Há muitas coisas que posso fazer
As palavras tem todas um impacto! Sabemos todos disso. Até porque somos impactados diariamente e diretamente por elas, onde quer que estejamos. Alguns sabem medir a força das palavras, enquanto outras pessoas nem ideia tem do que estão fazendo com elas. Deixam algumas marcas inesquecíveis. Ora para o bem, ora para o mal. Hoje, passando os olhos no livro The Old Man and the Sea, de Ernest Hemingway, encontrei o velho falando assim: There are pleny of things I can do. Que verdade! Enquanto velejamos por esse mar, nos encontrando com tantas pessoas interessantes que velejam perto da gente, tendo todas um limite de tempo para essa viagem, há muitas coisas que podemos fazer. Não dá para ficarmos parados, apenas observando, sem remar e sem fazer o nosso barco sair do lugar. Há sempre um sorriso para compartilhar, uma história para contar, um abraço para dar ou uma palavra para deixar! Sim, como disse o velho do mar, "há muitas coisas que eu posso fazer". Antes que o barquinho chegue do outro lado.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
A bola e a glória passando
Quem não pensou um dia em ser jogador de futebol, disputando uma partida em um estádio, ouvindo a torcida se agitando e vendo os detalhes das jogadas transmitidas e reprisadas num telão? Nunca fui fanático por um time de futebol, mas sempre gostei de disputar uma partida saudável num bom gramado. Em evento corporativo realizado na Vila Belmiro, arena do Santos, eu e outros colegas da empresa tivemos a emoção de ser jogadores profissionais por um dia. Não faltou situações para gerar esse clima. Uma partida aconteceu no mesmo gramado onde jogou Pelé e tantos outros nomes da história do futebol brasileiro, e onde joga os maiores talentos de hoje. Correndo lado a lado com ex-craques, como Muller e Juninho Paulista, até sonhamos que podiamos jogar de igual para igual com eles. Entre uma jogada e outra, eu olhava para as arquibancadas, como muitos jogadores de verdade deviam ter feito, e chegava à conclusão de que toda grande emoção passa, as vitórias passam, a fama passa, os idolos passam, os gritos de gol vão sumindo da memória, as glórias passam, e via também a bola passando. Ao final, não fiz nenhum gol. Perdi dois frente a frente com o goleiro, como muitos atacantes de verdade. Mas valeu a pena ter me esforçado pela vitória. Na vida, isso sempre vale!
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